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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Análise Sociológica da Musica Sou Humano de Bruna Karla


Deus mais uma vez segure em minha mão
Minha alma aflita pede tua atenção
Cheguei no nível mais difícil até aqui
Me ajude a concluir.
Quando penso que estou forte, fraco eu estou,
Mas quando reconheço que sem Ti eu nada sou
Alcanço os lugares impossíveis, me torno um vencedor.
Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas Tua presença me renova nessa hora
(Vem Senhor) vem... e me leva além.
O meu sonho de chegar está tão longe
Sou humano não consigo ser perfeito,
(Vem Senhor) vem... e me leva além.
Deus mais uma vez segure em minha mão
Minha alma aflita pede tua atenção
Cheguei no nível mais difícil até aqui
Me ajude a concluir.
Quando penso que estou forte, fraco eu estou,
Mas quando reconheço que sem Ti eu nada sou
Alcanço os lugares impossíveis,
me torno um vencedor.
Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas Tua presença me renova nessa hora
(Vem Senhor) vem... e me leva além.
O meu sonho de chegar está tão longe
Sou humano não consigo ser perfeito,
(Vem Senhor) vem... e me leva além.
Me ajude a ousar com minha fé,
Sou pequeno eu não sei ficar de pé.
Sou dependente, tão dependente,
Vem Senhor ao meu favor.
Me ajude a ousar com minha fé
Sou pequeno eu não sei ficar de pé
Me dá tua mão! Me tira do chão!
Vem me ajudar.
Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas Tua presença me renova nessa hora
Vem Senhor, vem, e me leva além.
O meu sonho de chegar está tão longe
Sou humano não consigo ser perfeito
Vem, Senhor, vem, e me leva além.
Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas Tua presença me renova nessa hora
Vem Senhor, vem, e me leva além.
O meu sonho de chegar está tão longe
Sou humano não consigo ser perfeito
Vem, Senhor, vem, e me leva... além... além... senhor

Estilo: Gospel

Título : Sou Humano

Intérprete : Bruna Karla

Compositor : Anderson Freire

Música Lançada em 2010. Produzido por  Emerson Pinheiro. Álbum Advogado Fiel indicada ao Grammy Latino na categoria " Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa ".

A mensagem passada pela música é :

Vivemos ,passamos por momentos de angustia gerados por diversas situações e motivos que estamos sujeitos. Quando estas coisas acontecem, normalmente clamamos por ajuda. Ajuda de Deus ou de alguém que acreditamos que resolverá esses momentos de angustia.Esta música também fala da nossa dependência de Deus e nossa limitação.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Análise Sociológica da música O Lobo (Pitty (Rock)




Houve um tempo em que os homens
Em suas tribos eram iguais

Veio a fome e então a guerra

Pra alimentá-los como animais

Não houve tempo em que o homem

Por sobre a Terra viveu em paz
Desde sempre tudo é motivo
Pra jorrar sangue cada vez mais.

O homem é o lobo do homem!
O homem é o lobo do homem!

Sempre em busca do próprio gozo
E todo zelo ficou pra trás
Nunca cede e nem esquece
O que aprendeu com seus ancestrais
Não perdoa e nem releva
Nunca vê que já é demais.

O homem é o lobo do homem!
O homem é o lobo do homem!


Pode-se identificar nesta música o que Tomas Hobbes afirma em sua obra “O Leviatã”, que em seu Estado de Natureza os homens podem tudo, e se utilizam de diversos meios para conseguir o que querem.

Para Hobbes  "O homem é lobo do homem”, ou seja, o home é mau por natureza, se impõe ao outro por meio de força bruta, da violência.

No Estado de Natureza, o homem depende de sua própria força e empenho, sendo constantemente tomado pelo temor de morte violenta.

Em suas teorias Hobbes discorre sobre a passagem do homem do estado de natureza para o de sociedade, onde cada homem renunciou seu direito a todas coisas por meio de um contrato social, além de que o estado de natureza é um estado de igualdade natural, onde a natureza fez os homens iguais, tanto em corpo e espírito, apesar de que existam diferenças, pois, existem homens mais fortes fisicamente e de espírito mais vivo, porém em sua totalidade todos se igualam.

Sendo assim, no estado de natureza a condição de guerra é inevitável, pois não tem como ter paz quando todos tentam se sobressair uns aos outros.

"Durante o tempo em que os homens vivem sem um poder comum capaz de os manter a todos em respeito, eles se encontram naquela condição a que se chama guerra; e uma guerra que é de todos os homens contra todos os homens" (Hobbes, 1974: 79).

Então, nessa condição de guerra de todos contra todos, sua única segurança é sua força, tendo a liberdade de usar seu poder da forma que achar conveniente para preservar sua vida.

"Onde não há poder comum não há lei, e onde não há lei não há injustiça" (Hobbes, 1974: 81).

Para Hobbes O Grande Leviatã é o Estado, o único artifício humano que pode sanar as desordens, onde a lei natural pode ser abolida, substituída por uma ordem convencional, artificial, criada pelos homens com o fim de promover o bem comum, ou seja, a preservação da vida.

“Isso é mais do que consentimento ou concórdia, pois resume-se numa verdadeira unidade de todos eles, numa só e mesma pessoa, realizada por um pacto de cada homem com todos os homens [...] Esta é a geração daquele enormeLeviatã, ou antes – com toda reverência – daquele deus mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa” [...] É nele que consiste a essência do Estado, que pode ser assim definida: ‘Uma grande multidão institui a uma pessoa, mediante pactos recíprocos uns aos outros, para em nome de cada um como autora, poder usar a força e os recursos de todos, da maneira que considerar conveniente, para assegurar a paz e a defesa comum’. O soberano é aquele que representa essa pessoa”. (HOBBES, 2003, p.130-1 31).

Referência Bibliográfica:

HOBBES, Thomas.Leviatã. Ed. Martin Claret, São Paulo, 2006.

domingo, 7 de abril de 2013

Aspectos sociológicos na música de Renato Russo





Dia 15/03/2013 foi realizada  a  primeira oficina na Escola Vila São Pedro. Participaram dos trabalhos: Cida, Odemir, Jorge, Suzette e André, todos estudantes do curso de Ciências Sociais na  Universidade Metodista.

Também contou com a presença de Rosi Bueno (coordenadora), da professora Zélia de Língua Portuguesa e dos estudantes integrados no projeto.  Entre os estudantes estavam presentes alguns que integram o Projeto Jornal Mural.

A Oficina teve início por volta da 10:30 horas com a fala do Jorge que apresentou o conceito de linguagem jornalística cujo elemento fundamental é o Lide. Trata-se da abertura da reportagem na qual encontramos as respostas básicas referentes ao assunto: quem fez o quê e quando, seguindo-se depois as explicações como, onde e por quê.

Em seguida, foi executada a música Faroeste Caboclo de autoria de Renato Russo.  A execução foi por meio de um vídeo postado no YouTube no qual os estudantes puderam acompanhar o vídeo e, simultaneamente, a letra. Durante a apresentação, o estudante Gustavo acompanhou a música tocando sua guitarra.


O estudante Gustavo no acompanhamento solo da música Faroeste Caboclo

Após a execução da música a professora Zélia pontuou que a canção apresenta  uma narrativa, ou seja, uma história. Por meio de um diálogo mediado, os alunos produziram oralmente o lide para a história contada na música.

Na sequência,  Odemir apresentou uma análise sociológica da música  junto ao alunos.

Após a oficina  Suzette e André se reuniram-se  com os  alunos para discutirem uma pauta para o Jornal Mural.

Na próxima sexta-feira, 22  a às 10:00 horas será realizada a segunda oficina. Os trabalhos serão conduzidos por Odemir. A proposta é apresentar aos alunos o que é um Grêmio Estudantil, quais os objetivos do grêmio, estatuto, organização. Pretende-se discutir essa temática dentro de um contexto sociológico. Detectou-se que na escola Vila São  existiu um grêmio mas o mesmo não está mais em funcionamento. 

As fotos estão disponíveis no perfil do Facebook
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