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sábado, 6 de abril de 2013

Aula de Química com Funk



Professor dando aula de Química em ritmo de funk, haja criatividade.

Musica Popular Brasileira, um breve significado


Fonte: Google
música popular brasileira (mais conhecida comoMPB) é um gênero musical brasileiro

Apreciado principalmente pelas classes médias urbanas do Brasil, a MPB surgiu a partir de 1966, com a segunda geração da Bossa Nova

Na prática, a sigla MPB anunciou uma fusão de dois movimentos musicais até então divergentes, a Bossa Nova e o engajamento folclórico dos Centros Populares de Cultura da União Nacional dos Estudantes, os primeiros defendendo a sofisticação musical e os segundos, a fidelidade à música de raiz brasileira. 

Seus propósitos se misturaram e, com o golpe de 1964, os dois movimentos se tornaram uma frente ampla cultural contra o regime militar, adotando a sigla MPB na sua bandeira de luta

Fonte: Wikipedia

Milton Nascimento


Milton Nascimento é um cantor e compositor brasileiro, reconhecido como um dos mais influentes e talentosos cantores e compositores da Música Popular Brasileira.




sábado, 2 de março de 2013

Músicas que ainda causam vergonha aos Brasileiros


Em pensar que, enquanto o Brasil louvava essas modinhas, muitos músicos de legítimo talento viveram quase no anonimato, sem nunca chegar ao devido reconhecimento.













Tsubasa Imamura, a cantora japonesa que faz covers de músicas brasileiras


Tsubasa Imamura é uma cantora j-pop que está fazendo o maior sucesso na internet com covers de músicas brasileiras. Ela já cantou Legião Urbana, Caetano Veloso, Marisa Monte, Kid Abelha e uma canção do álbum solo da cantora Sandy. Com tanto contato com fãs brasileiros, a cantora decidiu aprender a língua portuguesa. “Gostaria de me comunicar melhor com meus fãs aí, por isso, comecei a estudar”, disse a cantora.
Ela tem aulas semanais com uma professora nipo-brasileira, e pesquisa bastante sobre o idioma e assiste programas em português na internet. E não é a missão mais fácil: “Tirando a pronúncia das consoantes “r” e “v”, que não existem no vocabulário japonês, o que eu acho mais difícil na língua portuguesa são os adjetivos, que variam no masculino e feminino.”
E ela espera que o público brasileiro goste das suas músicas próprias, que em breve também ganharão versões em português.

x
dica do Israel Herison

Sertanejo universitário por quê?


Marcelo Rubens Paiva, no Estadão
Difícil detectar como surgiram alguns achados brasileiros, o chorinho [não a música, mas a dose extra que nos é servida na maioria dos bares] e o sertanejo universitário [a música, não o interiorano que entrou na faculdade].
Quando começou?
1. Chorinho.
Peça um uísque. O garçom trará a garrafa, para você conferir a procedência, exigência de uma economia que convive há séculos com contrabando e pirataria, servirá a dose numa pequena cuia de alumínio de 15 a 60 ml chamada dosador, ou medidor, passará o maltado para o copo com ou sem gelo, e em seguida banhará da própria garrafa as pedras que flutuam. É lançado o sorriso cúmplice, vem a piscada:
“Só pra você, que é exclusivo.”
Se você é da casa, sabe para que time o garçom torce e até o apelido dele, a dose extra é “no capricho”, outra expressão brasileira dúbia, pois indica que há doses e porções que não vêm caprichadas, já que existem aquelas especiais para clientes preferenciais.
Com um chorinho, o cliente se sente mimado, qualificado.
O estabelecimento aparenta ofertar mais do que o usual, fugir à regra, tratar você com devoção, sem mesquinharia, sem se importar com os lucros, pois foi com a sua cara, gostou do seu jeito, você é um cara bacana, que merece a quebra de protocolos. Ambas as partes ficam satisfeitas.
Pode-se dizer que, como em Casablanca, é o começo e a prova de uma longa amizade.
No entanto, é evidente que a dose extra já está embutida no preço, que os R$ 20 em média que você paga por uma dose de um bom escocês envelhecido é exorbitante, já que a garrafa de um litro custa perto de R$ 100, dependendo do fornecedor- se não atravessou o Rio Paraná numa balsa improvisada, proveniente das destilarias do Chaco-, garrafa em que vem muito mais do que quatro ou cinco doses, talvez 30, talvez 40, ou 66,6 doses, se utilizado o medidor de 15 ml, cuja matemática tira do coma alcoólico o mais dedicado dos boêmios: está-se pagando R$ 1.320 por garrafa, 13,2 vezes mais.
Portanto, o chorinho não é um favor, é um truque que entorpece e ilude o brasileiro.
Outro exemplo: o milk-shake que vem acompanhado pela sobra. O garçom deposita o copo de vidro e o de alumínio em que o sorvete foi batido. Em lanchonetes, a sobra dá outra dose. E tem aquela que a sobra é maior do que a dose original, como o prato “que dá pra dividir”, outra invenção brasileira.
É verdade que é difícil dosar a quantidade de cada cliente.
O que um surfista adolescente bebe ou come é diferente daquilo que uma modelo que fará teste para o próximo desfile deixa no prato, ou moças com colesterol alto e rapazes com glicemia alta evitam.
Mas se você se encanta pela generosidade de quem serve, relaxa.
Está tudo embutido no preço.
copo2. Sertanejo Universitário.
Universitário por quê?
Tem pensamento pré-socrático, semiótica, behaviorismo, sociobiologia, antropologia e darwinismo social, niilismo e hipóteses do pensamento ocidental debatidas nas letras? Algum indício das contradições do pensamento marxista? Marx aparece como historiador ou economista? A dialética é retratada num rasta pé ou bate-coxa com diploma?
Mimesis, de Auerbach, dá para ser anunciado. Rola a letra “Auerbach é das mais significativas referências, nos estudos de cunho hermenêutico, eu, eu, eu, de exegese literária, ai, ai, ai, fez uma abordagem original da questão da representação, sai do chão!”?
k50Nada disso. Sertanejo universitário retrata o pensamento que rola fora das salas de aula nas baladas estudantis.
Como o forró universitário, que nasceu no Remelexo, casa de Pinheiros frequentada pela juventude dourada da USP, que queria em São Paulo aquilo que dançava nas férias de Trancoso, Itaúnas e Canoa Quebrada, o sertanejo universitário se apresenta como uma releitura distanciada do modelo anterior. É influenciado pelo sertanejo de raiz, de Tonico & Tinoco, Alvarenga & Ranchinho, e pelo sertanejo mullets, de Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, mas com um conteúdo que recupera a futilidade do novo pagode e detalha os efeitos macroeconômicos da expensão da fronteira agrícola e do lulismo- como exaltação do consumo, facilidade do crédito e mudanças na pirâmide social.
O Camaro, símbolo das pistas de corrida Nascar do Meio-Oeste americano, é retratado como uma arma para a vingança na batalha da luta de classes da sedução amorosa no sucesso de Munhoz & Mariano,Camaro Amarelo: “Agora eu fiquei doce igual caramelo, tô tirando onda de Camaro amarelo, e agora você diz ‘vem cá que eu te quero’, quando eu passo no Camaro amarelo. Quando eu passava por você na minha CG, você nem me olhava. Fazia de tudo pra me ver, pra me perceber, mas nem me olhava. Aí veio a herança do meu véio, e resolveu os meus problemas, minha situação.”
O antigo motoqueiro de uma humilde mas eficiente CG 125 cilindrada, modelo da Honda de motor 4-tempos monocilíndrico arrefecido a ar, cuja potência máxima é de 11,6 cavalos e custa em torno de R$ 5,5 mil, ficou doce e rancoroso ao adquirir um carro da Chevrolet, que custa a partir de R$ 200 mil, V8 de 406 cavalos, com câmera de estacionamento com visualização através de uma tela de LCD de sete polegadas.
“Do dia pra noite fiquei rico, tô na grife, tô bonito, tô andando igual patrão. E agora você vem, né? Agora você quer. Só que agora vou escolher, tá sobrando mulher”, finaliza o novo-rico.
Já dupla Ronny & Rangel, do sucesso Puxa, Agarra e Chupa, que virou obrigatório em formaturas universitárias, deu um troco mais ambicioso no projeto da dupla anterior.
Camaro?
marcelo“Todo mundo fala de carrinho, mas meu negócio é outro, comprei jatinho, a playboyzada sai de caminhonete, meu avião lotado só de piriguete. Estoura uma champanhe pra gente comemorar, o clima tá gostoso, o bicho vai pegar. Vai se acostumando que ninguém é de ninguém. Ai meu deus do céu, ram, hoje tem!”
Se Puxa, Agarra e Chupa era o reflexo de um evidente caso de transferência do desejo pela mãe, que impedia o autor de tomar atitudes, expor suas vontades ao viver encolhido num espectro de castração (“com as palavras eu me perco, eu não sei falar direito, e quando eu tô a fim, timidez é meu defeito”), Festa no Jatinho acredita no sonho sem limites, no projeto de redistribuição de renda, proveniente de um novo sertão rural irrigado, terra do agronegócio, de oportunidades que proporcionam inversão da pirâmide social aliada ao ProUni e sistema de cotas que oferece chances antes remotas de ascensão.
E pensar que Menino da Porteira e Chico Mineiro, compostos pela universidade da vida, deram em ganância e esnobismo “universitários”.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Contrariando Renato Russo (legião Urbana) Não temos todo o tempo do mundo!!



O nosso tempo cada vez fica mais curto, ou será que cada dia estamos mais ocupados?

Eu acredito que a segunda opção é a mais aceitável. Estamos assumindo mais responsabilidades e também nos envolvendo com aquilo que é supérfluo. A problema está aí: se envolver com aquilo que é supérfluo. Tem tantas coisas que se tornam importantes pra nós e não são. 

Quer ver algo que muitos não se preocupam é com o fato de: aonde passarão a eternidade?, Estão tateando no escuro. Isto é importante saber: Para aonde iremos será que existe céu? 

Muitos desconfiam disso: que existe céu e inferno. Vale lembrar que a Bíblia diz que existe céu, existe Deus, Jesus Cristo está vivo, existe o diabo, existe o inferno e existe tudo isso e muito mais. 

Não é bom desconfiar da Bíblia, a maioria das religiões e a sociedade respeitam e concordam em muitos pontos com a Bíblia, portanto à muito tempo é um livro que tem crédito. Mas se a Bíblia estivesse errada (coisa que ela não está e nunca esteve), seríamos enganados e perderíamos tempo em nosso vida tentando obedecê-la? 

Se isto fosse verdade (coisa que não é), basicamente aprenderíamos a viver direito, amando a Deus e ao próximo, valorizando a família, a fildelidade, a paz, a paciencia, a disciplina e outro “tantão” de coisas boas. 

O mundo cada vez mais está perigoso, por falta de amor e verdade. As pessoas andam pertubadas e violentas. Isto acontece independente de classe social, cor e sexo.

As pessoas estão perdendo tempo com aquilo que é supérfluo, para nós tudo é urgente, mas o que é urgente está ficando para trás. 

Não olhe para homens que falam mentiras, que estão atrás de seus próprios desejos, olhe para a Bíblia e procure entendê-la, assim você constatará quem fala a verdade e que o céu existe, que Deus existe e que nos ama. 

Diante desta descoberta você não perderá mais tempo em sua vida.

Não temos todo o tempo do mundo.

Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo:
Temos todo o tempo do mundo.
Todos os dias antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia:
"Sempre em frente,
Não temos tempo a perder".

Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério
E selvagem
E selvagem
E selvagem
Veja o sol dessa manhã tão cinza:
A tempestade que chega é da cor dos teus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo:
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes acesas agora,
O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido, ninguem prometeu
Nem foi tempo perdido;
Somos tão jovens
tao jovens
tao jovens


Na pausa não há música, mas a pausa ajuda a fazer música!


“...para orar à parte... estava li só...” ( Mc. 14:23)
Na melodia na nossa vida a música é interrompida aqui e ali por pausas , e nós, sem refletir, pensamos que a melodia terminou. Deus nos envia uma parada forçada, de enfermidade, de planos fracassados, de esforços frustrados, e faz uma pausa repentina no coral de nossa vida.
É nós lamentamos que a nossa voz tenha de calar-se, e tenha de faltar a nossa parte na música que sobe constante aos  ouvidos  do Criador.
Mas, como é que o maestro lê a pausa ?
Ele continua a marcar o compasso com a mesma precisão e toma a nota seguinte com firmeza, como se não tivesse havido interrupção alguma. Deus segue um plano ao escrever a música de nossas vidas.
A nossa parte deve ser aprender a melodia, e não desmaiar nas pausas. Elas não estão ali para serem passadas por alto ou serem omitidas, nem ira atrapalhar a melodia ou alterar o tom.
Se olharmos para cima. Deus mesmo marcará o compasso para nós.
Com os olhos nele, vamos ferir a próxima nota com toda a clareza.
Se murmurarmos tristemente: Na pausa não há música, não nos esqueçamos, contudo, de que  ele ajuda a fazer a música. Compor a música da nossa vida é geralmente um processo lento e trabalhoso.
“Com paciência Deus trabalha para nos ensinar! E quanto o tempo passa até que aprendamos a lição! “ ( Rusken)

Chamado à parte, para ficar parado.
Pausa. Silêncio em minha atividade.
Quanta coisa parada que entendia
Encaminhar, fazer  e realizar.
Chamado à parte? 
Para estar a sós com meu Senhor.
Chamado a parte
A uma longa espera
Parece às vezes que não passa o tempo
Teria pressa! a noite se aproxima!
Tanta necessidade...e nada pouco
Chamado à parte?

Para estar a sós com meu Senhor.
Chamado à parte. A um lugar deserto.
Nínguém afim para me ouvir as queixas.
Para entender, para simpatizar.
E a dor, a incompreensão, dúvidas, sombras...
Chamado à  parte?

Para falar a sós com meu Senhor
Chamado à parte, para estar com ele
Privar com ele, andar no passo dele
Que importa se outras coisas não são feitas ?
De muitas coisas, uma é necessária
Chamado a parte?
 Para conhece-lo;O meu Senhor.
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