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segunda-feira, 8 de abril de 2013

“As ruas são para dançar”, mas também para aprender – educação faz parte do Festival Baixo Centro


“As ruas são para dançar”. Partindo desta premissa, a segunda edição do Festival BaixoCentro finalizou, com sucesso, sua campanha de financiamento coletivo no Catarse. O projeto, que visa ocupar com arte e cultura as ruas do centro de São Paulo, deve acontecer entre os dias 5 e 14 abril com mais de 530 atividades espalhadas pela região. Entre elas, nasceu o projeto Território de Aprendizagem para discutir novas vivências educacionais e como elas podem circular pelo centro da cidade. 

Em uma roda de conversa, dez participantes especialistas (Bianca Santana, Malu Andrade, Zil Araujo, Raquel Ribeiro, Marcia Padilha, Lilian Starobinas, Paloma Chaves, Caio Dib, Tel Amiel, Vera S.Santos) em inovações educacionais e união entre educação e cultura querem levar a discussão para os seguintes tópicos: conceitos de educação aberta, aprendizagem ao longo da vida, cidade educadora e comunidades de aprendizagem. Para Bianca Santana, educadora e idealizadora do evento, é necessário enxergar a cidade como um ambiente rico e aberto para a educação, com possibilidades de aprendizagem em todo lugar.

“Aprendemos durante toda a vida, dentro e fora da escola. Nesta perspectiva ampliada de educação, o território é uma categoria muito importante”, explica Bianca, que acredita que o baixo centro de São Paulo é um território a ser explorado para fins educacionais. Porém a conversa não é destinada apenas a educadores e coordenadores das escolas e, sim, a toda população que deseja criar e encontrar nestes espaços vivências de aprendizagem. “Cada vez mais precisamos pensar em como articular os lugares onde as pessoas aprendem, ampliando o direito ao estudo, independentemente da idade e da escolarização”, defende.

A conversa tem como objetivo compartilhar boas práticas e ideias e chegar, coletivamente, a ações futuras que possam valorizar as ruas do centro como uma escola a céu aberto. “Nos espaços onde as pessoas circulam, se encontram, consomem e produzem cultura elas aprendem”, afirma Bianca. Todos que quiserem participar estão convidados a aparecer na Escola Estadual Canuto do Val, dia 13 de abril às 14h.

Para saber mais sobre o Festival BaixoCentro, acesse o site: 
www.baixocentro.org. Facebook: http://www.facebook.com/BaixoCentro

Território de Aprendizagem

Quando: 13 de abril - Sábado

Horário: das 14h às 17h

Onde: Av. Dr. Abraão Ribeiro, 526 - Bom Retiro

Quanto: atividade gratuita

Contamos com a presença de todos.

sábado, 6 de abril de 2013

O uso de letras de músicas nas aulas de Sociologia



Publicado Originalmente no  Blog Café com Sociologia.

Indicamos aos professores de Sociologia, que usam ou pretendem utilizar músicas nas aulas, a leitura do artigo intitulado "O uso de letras de músicas nas aulas de Sociologia", de Cristiano das Neves Bodart.

Resumo
O presente artigo objetiva apontar as dificuldades docente no uso da música brasileira em aulas de Sociologia, assim como discutir de quais formas é possível utilizar-se das letras das canções sem distanciar-se de uma análise sociológica. 

O artigo se fundamenta na revisão de literatura e na prática docente do autor. 

Apontamos que tais dificuldades, relacionados à análise nociva a docência da disciplina de sociologia, estariam ligadas a formação do professor, a recente inclusão da disciplina na grade curricular e as dificuldades de definição das fronteiras da Sociologia com a História, com a Geografia e com o senso comum.

Palavras-chave: Sociologia; Música; Análise; Sala de aula; Perversidades.

Artigo completo pode ser na Revista Café com Sociologia ou acessado AQUI




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