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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Filha de pastores evangélicos, Lena teve seu primeiro contato com a música dentro de uma igreja.


Filha de pastores evangélicos, Lena teve seu primeiro contato com a música dentro de uma igreja.
A Banca, nova banda dos integrantes do Charlie Brown Jr., terá Bruno Graveto na bateria, Lena no baixo, Champignon nos vocais, Thiago Castanho e Marcão na guitarra.
A Banca, nova banda dos integrantes do Charlie Brown Jr., terá Bruno Graveto na bateria, Lena no baixo, Champignon nos vocais, Thiago Castanho e Marcão na guitarra.
Por Adriana de Barros, no UOL
Helena de Andrade Papini é o toque feminino na banda A Banca, formada pelos remanescentes do Charlie Brown Jr, após a morte do líder e vocalista Chorão no dia 6 de março. Lena, como é chamada, assume o posto de Champignon no baixo, que por sua vez, será a voz do novo grupo.
Filha de pastores evangélicos, Lena teve seu primeiro contato com a música dentro de uma igreja. “Comecei a tocar na igreja evangélica com meu irmão mais velho.  Só depois, com 17 anos, é que passei tocar nos bares”, contou ela ao UOL.
No repertório de sua antiga banda Mecanika, onde tocava há dez anos, já figuravam algumas canções do Charlie Brown Jr. “Eu já tocava ‘Tudo Que Ela Gosta de Escutar’ e outras, mas era uma banda de menina. A gente fazia versão rock and roll de Spice Girls, de Katy Perry. A formação era de três meninos e duas meninas”.
Na noite de Santos, no litoral paulista, ela conheceu o Charlie Brown Jr. e manteve amizade com Champignon e o guitarrista Marcão. “Eu estava trabalhando em São Paulo, em um escritório de arquitetura. Não imaginava [receber o convite]. Foi o Marcão que me ligou e falou da proposta. Pedi demissão do trabalho no dia 1º de abril”, lembrou.
Embora não esconda a ansiedade e o nervosismo no novo trabalho, ela garante que tem recebido apoio dos companheiros de banda –além de Champignon e Marcão, o guitarrista Thiago Castanho e o baterista Bruno Graveto.
Já com Chorão, o contato foi mais restrito. “Encontrei com ele algumas vezes. Acho que ele me viu tocar, mas infelizmente não tive a oportunidade de conviver com ele como convivi com os outros meninos da banda. Sempre achei um grande músico”, contou.
“Agora é uma ansiedade porque batalhei a vida toda para isso acontecer. Preparado a gente nunca está, né? Mas é uma responsa, e o Champ está me dando uma puta força”, explica.
Taurina do dia 29 de abril, Lena exaltou suas influências. “O Champ sempre foi uma referência para mim. Além dele, curto o Flea (Red Hot Chili Peppers). Também são influências Foo Fighters e No Doubt”.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

“As ruas são para dançar”, mas também para aprender – educação faz parte do Festival Baixo Centro


“As ruas são para dançar”. Partindo desta premissa, a segunda edição do Festival BaixoCentro finalizou, com sucesso, sua campanha de financiamento coletivo no Catarse. O projeto, que visa ocupar com arte e cultura as ruas do centro de São Paulo, deve acontecer entre os dias 5 e 14 abril com mais de 530 atividades espalhadas pela região. Entre elas, nasceu o projeto Território de Aprendizagem para discutir novas vivências educacionais e como elas podem circular pelo centro da cidade. 

Em uma roda de conversa, dez participantes especialistas (Bianca Santana, Malu Andrade, Zil Araujo, Raquel Ribeiro, Marcia Padilha, Lilian Starobinas, Paloma Chaves, Caio Dib, Tel Amiel, Vera S.Santos) em inovações educacionais e união entre educação e cultura querem levar a discussão para os seguintes tópicos: conceitos de educação aberta, aprendizagem ao longo da vida, cidade educadora e comunidades de aprendizagem. Para Bianca Santana, educadora e idealizadora do evento, é necessário enxergar a cidade como um ambiente rico e aberto para a educação, com possibilidades de aprendizagem em todo lugar.

“Aprendemos durante toda a vida, dentro e fora da escola. Nesta perspectiva ampliada de educação, o território é uma categoria muito importante”, explica Bianca, que acredita que o baixo centro de São Paulo é um território a ser explorado para fins educacionais. Porém a conversa não é destinada apenas a educadores e coordenadores das escolas e, sim, a toda população que deseja criar e encontrar nestes espaços vivências de aprendizagem. “Cada vez mais precisamos pensar em como articular os lugares onde as pessoas aprendem, ampliando o direito ao estudo, independentemente da idade e da escolarização”, defende.

A conversa tem como objetivo compartilhar boas práticas e ideias e chegar, coletivamente, a ações futuras que possam valorizar as ruas do centro como uma escola a céu aberto. “Nos espaços onde as pessoas circulam, se encontram, consomem e produzem cultura elas aprendem”, afirma Bianca. Todos que quiserem participar estão convidados a aparecer na Escola Estadual Canuto do Val, dia 13 de abril às 14h.

Para saber mais sobre o Festival BaixoCentro, acesse o site: 
www.baixocentro.org. Facebook: http://www.facebook.com/BaixoCentro

Território de Aprendizagem

Quando: 13 de abril - Sábado

Horário: das 14h às 17h

Onde: Av. Dr. Abraão Ribeiro, 526 - Bom Retiro

Quanto: atividade gratuita

Contamos com a presença de todos.

domingo, 7 de abril de 2013

Sociologia na Música Popular Brasileira

Alguns de vocês devem conhecer os clássicos da música nacional sociológica, se não conhece fraga então: Crítica e Resignação na Manhã de Carnaval (SILVA, Sérgio, COHN, Gabriel)



Samba da Mais-Valia (SILVA, Sérgio)


Pois é, o pessoal de Pernambuco e Alagoas estão reunindo os clássicos sociológicos e musicais. Temos agora o Positivismo com composição de Noel Rosa e Orestes Barbosa:





Ditados populares das redes sociais


Publicado no youPIX
Ter perfil ativo nas redes sociais não é fácil. Todos os dias temos que conviver com vários tipos de pessoas programadas para matar a sua produtividade, o seu foco e a sua paciência, e fazer você rir muito, claro. E sempre um tiozão que aplica umas gírias idosas, piadinhas do tipo “é pavê ou pacumê?” e umas frases de efeito de gente gagá, né? Por mais que seja estúpido, é engraçado! Daí, que a gente resolver ser o tiozão e trouxemos os ditos populares para as redes sociais.
Frases profundas que refletem o comportamento do internauta que poderão guiar seus passos digitais(sic). Vem com a gente:
1) Em casa de blogueiro o espeto é viral.
2) Nem tudo o que reluz é moeda verde.
3) O pior seguidor é aquele que não quer retuitar.
4) Quem tem pressa usa script.
5) RT de promoção, 100 anos na prisão.
6) Antes forever alone, que mal seguido.
7) Não há marcas que o Google apague.
8) Em terra de badges, quem é mayor, é rei.
9) Nada como um poke atrás do outro.
10) Em Twitter privado não entra stalker.
11) As aparências enganam.
12) Quem com post fere, com comentário será ferido.
13) Twittar é poder.
15) Trollagem no perfil dos outros é refresco.
16) O bom follower a seguir torna.
17) Orkut de bêbado não tem dono.
18) O unfollowado é sempre o último a saber.
19) Quem publica o que quer, lê o que não quer.
20) Quem com tag em flyer fere com tag em flyer será ferido.
21) Post engraçado não se olha a fonte.
22) Tuítem bem, tuítem mal, mas tuítem de mim.
23) Tuita quem pode, retuita quem segue.
24) Diga-me o que lês no Google Reader e te direi quem és.
25) De atriz, blogueiro e dj o inferno tá cheio.
26) O mural do vizinho é sempre mais curtido que o nosso.
27) Roupa suja se lava por DM.
28) Comunidades paradas não movem tópicos.
29) De view em view o Youtube cria uma celebridade.
30) É melhor prevenir estudando do que remediar com o Yahoo! Respostas.
31) Antes uma badge roubada do que nenhuma.
32) Quem tem Google Maps vai a Roma. (E dá check-in).
33) Quem semeia quizes, colhe spams.
34) Em terra de apps quem tem iPhone é rei.
35) A união faz a Super Swarm Badge.
36) Anônimo do Formspring que ladra, não morde.
39) Azar no Angry Birds, sorte no poke.
40) Em briga de blogueiro não se mete o mouse.
42) A desculpa do troll é a zoeira.
43) Não adianta chorar sobre perfil hackeado.
44) O fake tem pernas curtas.
45) Dos encurtadores de URL, o menor.
47) Retuitou não leu, o pau comeu.
48) Mais vale um seguidor na mão do que dois unfollows.
49) Nunca diga “nesta rede social nunca entrarei”.
50) Onde há Trending, há Topics.

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sexta-feira, 1 de março de 2013

Caso Boate Kiss: mensagem de Mãe para filha morta comove milhares no Facebook


Adriel Marcelo, no Portal Guaíra
Após 30 dias da tragédia que comoveu o Brasil inteiro, muita demostração de carinho, afeto e saudade tomam as redes sociais.
Pais, mães, irmãos, namorados, esposos, amigos… Enfim, pessoas que muitas vezes nem conhecíamos, mas, a partir do momento em que as notícias foram tomando conta do nosso timeline – pois amigos compartilhavam todo o tipo de informações a cada instante -, parecia que eram jovens da nossa turma; que a tal boate era em nossa cidade; que ouvíamos os gritos de socorro e os choros incessantes dos pais e mães pedindo ao “Mestre” para que os seus não estivessem naquele local.
Já se passaram 30 dias, mas parece que foi ontem. Nossas mentes não esquecerão tão cedo aquele domingo “macabro” que ceifou a vida de várias pessoas. Jovens que só queriam comemorar, dançar, se divertir… Infelizmente foram levados.
Quem sabe, mesmo com todo o sofrimento que suas famílias continuam sentindo, possam buscar conforto em saber que todos estão sentados ao lado do “Pai” e tendo uma aula de religião como eles nunca imaginaram. Que enquanto nossos corações – rasgados pela tristeza da perda –  e nossas mentes não conseguem nos levar próximo ao criador – devido a sede de justiça que clamamos a cada momento, nossos “entes queridos” possam estar recebendo o abraço do “Senhor”.
Sabemos que, pra nós leitores, espectadores, ouvintes, internautas vai levar um bom tempo pra que sobrem apenas poeiras de um domingo tão trágico, mas entendemos que para as famílias enlutadas a lembrança dos bons momentos sempre será ladeada pela dor da perda.
Concluindo nossos eternos votos de pesar, gostaríamos de compartilhar com os leitores, uma mensagem postada no Facebook por uma mãe para a filha que perdeu na tragédia.
REPRODUÇÃO DO FACEBOOK
Imagem reproduzida do Facebook de Isabella Fiorini
30 DIAS SEM O MEU PINGO DE BRILHANTE CHAMADO ISABELLA
Filha, o vínculo construído entre nós é imensurável e jamais será rompido, nem pela tua ausência física. O amor que sinto por ti é quase divino, acredito que a nossa ligação espiritual será tão forte e com certeza maior que a nossa ligação terrena, porque para eu respirar preciso de ti e de agora em diante vai ser nas eternas e maravilhosas lembranças acompanhada da palavra sem definição chamada saudades.
Hoje, com a tua partida, tudo mudou, não tem norte nem sul, a minha direção está fora do prumo, a minha bússola aponta para o ponto chamado Isabella. Os momentos amenos são raros e fugazes, as perguntas sem respostas continuam a assolar a minha mente, aceitar os desígnios de Deus está sendo minha maior prova.
Questionamentos como pode ele me dar algo tão grandioso der ser mamãe de um ser tão maravilhoso e após 19 anos me tirar abruptamente? Onde foi parar a minha fé? Então quero que saibas que a sua ausência é a presença mais constante na minha alma, pensamento, coração, enfim, em todo o meu ser. Lembro do seu jeitinho meigo, do seu sorriso encantador do teu cheiro, do seu coração que era do tamanho do universo, do amor incondicional dedicado aos animais, enfim, das suas qualidades infinitas, ah, das suas mão macias me acariciando até os últimos segundos do seu corpinho aqui na terra.
Ah, fiz backup no disquete que está dentro do meu coração para não esquecer nem uma vírgula. Agora peço a Deus que me dê sabedoria para viver segundo os seus ensinamentos para que um dia eu possa novamente me encontrar contigo. ISABELLA HOJE VOCÊ É COMO O VENTO: NÃO POSSO TE VER, MAS POSSO TE SENTIR E COMO SEMPRE TE AMO + QUE A VIDA. Mamy Eli

Músicas do mundo: todas diferentes!!!


Num blogue dedicado à Sociologia fica bem comemorar a data com sugestões culturalmente diversas. Nestas músicas, para além dessa diversidade há duas coisas que se encontram em todas as sociedades humanas, embora (lá está) com aparências muitos diferentes: o amor e a beleza.










Clique aqui e ouça outras duas boas sugestões musicais,
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